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Montanhas ao pôr do sol, com uma pessoa contemplando a paisagem

Uma proposta em discussão

Menos teatro,
mais resultados.

Um novo modelo de eleição e gestão pública, centrado em projetos e nas equipes que os realizam.

Entenda a proposta

O que podemos aprender com outros países?

Essas experiências informam o debate. Elas não representam a adoção do OpenGov3.

Escolher projetos. Saber quem vai realizá-los.

Despersonificar significa colocar projetos e equipes executoras no centro da eleição.

Despersonificar significa reduzir a dependência de carisma, fama e lealdade a uma figura política. Pessoas continuam tomando decisões e respondendo por elas. Cada projeto precisa deixar identificável quem propôs, quem decidiu, quem executou e quem verificou a informação. O foco em projetos exige responsabilidade pessoal e institucional mais clara.

  • Projetos comparáveis

    • Problema a resolver e qualidade da proposta.
    • Objetivos, orçamento, prazos e entregas claros.
  • Equipes identificadas

    • Competências e histórico de entregas disponíveis ao cidadão.
    • Conhecimento específico para saúde, educação, segurança e cada área.
  • Responsabilidade pública

    • Lideranças políticas poderiam integrar ou conduzir projetos, com responsabilidades identificadas.
    • Orçamentos, contratos, pagamentos, prazos e entregas acessíveis à sociedade.
  • Continuidade e avaliação

    • A reputação das equipes se apoiaria em critérios públicos e no que realizaram.
    • Projetos de longo prazo seguiriam além do calendário eleitoral, com avaliação e correções.

Como poderia funcionar

  1. Definir prioridades

    A sociedade identifica necessidades e discute o que merece atenção.

  2. Comparar projetos e equipes

    As propostas apresentam objetivos, recursos, prazos e o histórico de quem pretende executá-las.

  3. Escolher os compromissos

    A decisão segue critérios públicos. As regras de participação e representação precisam ser definidas.

  4. Executar com responsabilidade

    Equipes identificadas respondem pelo uso dos recursos, pelos prazos e pelas entregas.

  5. Acompanhar e corrigir

    O cidadão confere o andamento. Resultados e problemas fundamentam ajustes e a avaliação dos responsáveis.

Uma eleição que continua depois do voto

Primeiro, a população indica prioridades. Depois, compara programas com equipes responsáveis. O compromisso escolhido acompanha orçamento, entregas e resultados.

Município Alfa, fictício. Valores, equipes, históricos e resultados são inventados para explicar a proposta. Esta demonstração não registra votos.

1. Definir prioridades

Qual problema deveria vir primeiro? Sua escolha abaixo apenas destaca uma área nesta demonstração. Em um desenho real, participação presencial, representação territorial e igual poder de participação precisariam ser assegurados.

2. Comparar projetos e equipes

As alternativas A e B concorrem para a mesma meta. A escolha proposta envolve um programa e sua equipe gestora identificada. As pessoas continuam responsáveis por decisões e entregas.

Saúde

Mediana de espera por consulta na atenção primária

Ponto de partida → meta60 → 45 dias

Rede municipal de atenção primária. Regulação e pactos com outras esferas precisam estar identificados.

Limite da área: R$ 35 milhões

Agenda e capacidade

Equipe Saúde A

Integrar agendas, reduzir faltas e ampliar horários nas unidades existentes.

Prazo da meta: 12 meses

Custo em 48 meses
R$ 28 milhões
Implantação
R$ 4 milhões
Operação no período
R$ 24 milhões
Operação anual após o período
R$ 6 milhões

Histórico fictício: quatro anos anteriores

Projetos concluídos
8
No prazo
6/8
Qualidade atendida
7/8
Desvio mediano de custo
+6%

Risco e contexto: Depende de profissionais disponíveis, integração dos registros e capacidade real de atendimento. Programas de atenção primária; escopos e responsabilidades precisam ser comparados.

Novas unidades

Equipe Saúde B

Implantar duas unidades e organizar equipes e atendimento nos territórios descobertos.

Prazo da meta: 24 meses

Custo em 48 meses
R$ 34 milhões
Implantação
R$ 18 milhões
Operação no período
R$ 16 milhões
Operação anual após o período
R$ 4 milhões

Histórico fictício: quatro anos anteriores

Projetos concluídos
12
No prazo
9/12
Qualidade atendida
10/12
Desvio mediano de custo
+3%

Risco e contexto: Exige terreno, licenças, obra e custeio permanente; o resultado demora mais. Expansões de rede; obras e operação têm perfis de risco diferentes da alternativa A.

O que mais precisa ser medido: Fila ainda aberta, casos mais demorados, qualidade clínica e diferenças entre bairros.

Mobilidade

Mediana de viagem no corredor municipal definido

Ponto de partida → meta50 → 35 min

Corredor e operação sob competência municipal, com interfaces metropolitanas explicitadas.

Limite da área: R$ 30 milhões

Prioridade ao ônibus

Equipe Mobilidade A

Implantar prioridade viária e semafórica, ajustar pontos e garantir manutenção.

Prazo da meta: 12 meses

Custo em 48 meses
R$ 24 milhões
Implantação
R$ 16 milhões
Operação no período
R$ 8 milhões
Operação anual após o período
R$ 2 milhões

Histórico fictício: quatro anos anteriores

Projetos concluídos
10
No prazo
8/10
Qualidade atendida
8/10
Desvio mediano de custo
+4%

Risco e contexto: Pode deslocar congestionamento; requer fiscalização, acessibilidade e coordenação viária. Corredores urbanos comparáveis; acompanhar efeitos fora do trecho tratado.

Rede e integração

Equipe Mobilidade B

Reorganizar linhas e conexões, adaptar pontos e melhorar integração operacional.

Prazo da meta: 18 meses

Custo em 48 meses
R$ 29 milhões
Implantação
R$ 20 milhões
Operação no período
R$ 9 milhões
Operação anual após o período
R$ 2,25 milhões

Histórico fictício: quatro anos anteriores

Projetos concluídos
6
No prazo
5/6
Qualidade atendida
5/6
Desvio mediano de custo
+5%

Risco e contexto: Mudanças de linhas podem aumentar transferências e prejudicar parte dos usuários. Redes com escalas diferentes; amostra menor que a da alternativa A.

O que mais precisa ser medido: Regularidade, acessibilidade, segurança viária e efeitos nas ruas e linhas vizinhas.

Segurança municipal

Mediana de resposta da guarda às ocorrências elegíveis

Ponto de partida → meta18 → 12 min

Guarda e prevenção municipal; investigações criminais, polícias estaduais e Judiciário mantêm competências próprias.

Limite da área: R$ 20 milhões

Resposta coordenada

Equipe Segurança A

Integrar despacho, treinar equipes e organizar resposta territorial com controle de qualidade.

Prazo da meta: 12 meses

Custo em 48 meses
R$ 17 milhões
Implantação
R$ 5 milhões
Operação no período
R$ 12 milhões
Operação anual após o período
R$ 3 milhões

Histórico fictício: quatro anos anteriores

Projetos concluídos
7
No prazo
5/7
Qualidade atendida
6/7
Desvio mediano de custo
+4%

Risco e contexto: Resposta mais rápida não demonstra, sozinha, redução da violência. A triagem não pode excluir casos graves. Programas municipais; qualidade inclui direitos, não volume de abordagens.

Presença territorial

Equipe Segurança B

Reorganizar bases de proximidade e rotas preventivas, com treinamento e integração de atendimento.

Prazo da meta: 18 meses

Custo em 48 meses
R$ 19 milhões
Implantação
R$ 7 milhões
Operação no período
R$ 12 milhões
Operação anual após o período
R$ 3 milhões

Histórico fictício: quatro anos anteriores

Projetos concluídos
4
No prazo
3/4
Qualidade atendida
3/4
Desvio mediano de custo
+2%

Risco e contexto: Redistribuir presença pode deixar outras áreas menos atendidas; efeitos devem ser medidos no conjunto. Histórico menor; o resultado não deve ser comparado como se as amostras fossem iguais.

O que mais precisa ser medido: Ocorrências em aberto, gravidade, distribuição territorial, uso da força, direitos e segurança das pessoas.

Comparar escopo, contexto e tamanho da amostra. O histórico não é uma nota automática de reputação e novas equipes precisam poder participar.

3. Assumir um compromisso que caiba no orçamento

Carteira fictícia de novas melhorias em 48 meses. Serviços essenciais e obrigações existentes ficam fora deste recorte, com financiamento protegido. Autorizações anuais de despesa continuam necessárias.

Limite da carteiraR$ 100 milhõesProjetos escolhidosR$ 69 milhõesReserva protegidaR$ 15 milhõesSaldo não alocadoR$ 16 milhões

Equipe eleita não é fornecedor contratado. Compras e obras passam por regras próprias de concorrência e fiscalização. Substituição de responsáveis exige continuidade dos serviços, justificativa e direito de resposta.

4. Acompanhar e cobrar

O projeto vincula cada contrato, entrega aceita e pagamento. Esta fotografia fictícia de execução não representa o fim do mandato nem uma porcentagem física de conclusão.

Cenário do indicador
Saúde

Equipe Saúde A

Contratado
R$ 12 milhões
Valor das entregas aceitas
R$ 8 milhões
Pago
R$ 7 milhões

Valor observado no cenário45 dias

Mobilidade

Equipe Mobilidade A

Contratado
R$ 14 milhões
Valor das entregas aceitas
R$ 10 milhões
Pago
R$ 9 milhões

Valor observado no cenário35 min

Segurança municipal

Equipe Segurança A

Contratado
R$ 9 milhões
Valor das entregas aceitas
R$ 6 milhões
Pago
R$ 5 milhões

Valor observado no cenário12 min

Chegar à meta não prova impacto causal. Conferir qualidade, população atendida, custos e comparação adequada antes de ampliar a solução.

5. Preservar o histórico

  1. Versão 1 · compromisso original
  2. Versão 2 · alteração justificada

Documento + responsável + assinatura + hash + registro verificável

A proposta usa versões, assinaturas e hashes de documentos, com registro em blockchain ainda a definir. Uma revisão mantém o original e identifica motivo, responsável e autorização. O hash permite conferir a integridade do arquivo; não prova que a entrega aconteceu.

Regras eleitorais, coordenação entre áreas, controle independente, recursos e governança da rede seguem em estudo. Voto secreto exige protocolo próprio; escolhas individuais e dados sensíveis não devem ser expostos. Esta página não faz transações blockchain.

As regras de representação, escolha das equipes e implementação institucional seguem em discussão.